Psicóloga / Psicanalista Flavia Bonfim - Atendimento - Cursos - Eventos - Textos
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

FORMAÇÕES CLÍNICAS DO CAMPO LACANIANO

  

Carmen Gallano
no Rio de Janeiro
Membro de Escola, AME, e docente de
Formações Clínicas do Campo Lacaniano de Madri.

TEMA:
  Incidências clínicas do desejo do analista.

Coordenadora: Rosane Melo
Debatedora: Vera Pollo
Tradutora: Maria Luisa Sant’Ana

Inscrições com Célia: 2537 1786
R$ 20,00 membros e participantes de FCCL-Rio
R$ 30,00 não membros

Local: Rua Goethe, 66 (Botafogo – Rio)

Dia 18 de abril, às 20h

segunda-feira, 11 de abril de 2011

CONLAPSA - VII Simpósio do Programa de Pós-Graduação em Psicanálise da UERJ

Organização:
Marco Antonio Coutinho Jorge
e Rita Maria Manso de Barros
Programa de Pós-graduação em Psicanálise do Instituto de Psicologia da Uerj


Presidente de Honra:
Diana Rabinovich
Universidad de Buenos Aires





Prazos e Datas

Inscrições no evento

  • Estudantes de Graduação
    • Até 29/04/11 - R$ 50,00
    • Até 15/08/11 - R$ 60,00
    • Após 15/08/11 - R$70,00
  • Pós-Graduandos e Profissionais da rede pública, municipal de Saúde
    • Até 29/04/11 - R$ 150,00
    • Até 15/08/11 - R$ 180,00
    • Após 15/08/11 - R$ 200,00
  • Profissionais e Docentes
    • Até 29/04/11 - R$ 250,00
    • Até 15/08/11 - R$ 280,00
    • Após 15/08/11- R$ 320,00

Inscrição do trabalho

  • Até 30/05/2011 - Envio dos trabalhos (resumos)
  • 20/06/2011 - Anuncio dos trabalhos aceitos
  • Até 18/07/2011 - Envio dos trabalhos completos
Para mais informações, acesse o site: http://www.conlapsa.com.br/node?destination=node

V ENAPOL - APRESENTAÇÃO E EIXOS TEMÁTICOS

A SAÚDE PARA TODOS NÃO SEM A LOUCURA DE CADA UM

"O Encontro Americano de Psicanálise de Orientação Lacaniana reunirá, pela quinta vez, a primeira no Rio de Janeiro, a comunidade do Campo Freudiano nas Américas nos dias 11 e 12 de junho de 2011.
O ponto de partida é o lema “saúde para todos”. Ao psicanalista, que vive no um por um, o slogan parece perigoso. Como não endossar, porém, essa generalização em nossas terras, onde a saúde de todos é sempre a de pouquíssimos? No entanto, na escassez contemporânea de ideais compartilhados para definir o que entendemos por “boa forma” ou “bem-estar” a promoção da saúde tende a confundir-se com a exigência ambiente de satisfação – saúde máxima e satisfação máxima, por todos os meios disponíveis. Para conter o sem limites dessa exigência, o remédio tem sido amargo. Da porcentagem de posse de bola em uma partida de futebol à de suicídios em uma mesma rua, do número de sanitários por moradia ao de ingressos vendidos para uma estréia, a quantificação da vida passa a guiar nossas opiniões e escolhas com seu enxame de índices e a vender, como ideal, uma gestão economicista da existência.
O “não sem” de nosso título convida a outro caminho. Esta expressão afasta a simples oposição entre seus termos. A loucura não será definida, como de hábito, como o contrário da saúde mental ou da razão, mas acrescenta-se a elas como condição imprescindível.
E que loucura? Estritamente a “de cada um”, aquela que materializa, em variadas maluquices, nossa fração mais singular. Ela destoa do conjunto de lembranças e comportamentos que constitui nossa identidade, sempre com um pé no universal. Sustenta o bizarro de um gozo mil vezes desconsiderado por não caber no que se é. Por isso é tão difícil dar-lhe voz. A loucura de cada um só se apresenta como resto, que quase nunca entra na conta sem, no entanto, nos deixar jamais, pois, afinal, só se é “não sem” ele.
Para abordá-lo, seguiremosas indicações de Jacques-Alain Miller na abertura do último PIPOL. Partiremos do papel, na invenção freudiana, “dos dejetos da vida psíquica, dejetos do mental, que são o sonho, o lapso, o ato-falho e mais além o sintoma ” . Levá-los a sério é o caminho do trabalho analisante, sempre às voltas com o que de nosso gozo se mantém “insocializável” e que exatamente por isso constitui o fundamento de nossa presença no mundo .
Concluindo o título, um subtítulo, “perspectivas da psicanálise”. Ele vem sugerir que possamos mergulhar as coordenadas acima nas inúmeras situações da cidade onde lidam aqueles que se orientam pelo ensino de Jacques Lacan. Talvez seja o momento de perguntar sobre o que atesta o inconsciente nestas situações. Nem sempre serão suas formações e sim o que ele nos ensina a céu aberto, como na psicose, ou descortina no campo dos dispositivos sociais. Poderemos sustentar, por exemplo, “Justiça, não sem a pena de cada um”? Ou ainda “Educação, não sem o fracasso de cada um”? De todo modo, assumiremos que, em cada caso, como afirma Miller, “n ão se trata somente de saúde, de cura, mas do que além do sintoma ou sob o sintoma é questão de verdade - de uma revelação de saber que carrega com ela a realização de uma satisfação e, se posso dizer, o desenvolvimento durável de uma satisfação superior”.
Os seguintes eixos podem ser delineados a partir dessas e de outras considerações do texto em questão:
1. As surpresas de uma fala: as formações do inconsciente e seus efeitos com relação às identificações exigidas pelo mestre contemporâneo;
2. A loucura que estrutura: a função da p aranóia e da debilidade na constituição do laço social, o sintoma como o singular que faz laço.
3. Artifícios de socialização: sublimação, invenção e a loucura de cada um .
4. Lei e gozo: a miragem do gozo do Outro, culpa e responsabilidade.
5. Sucessos e fracassos na educação: ou “quando o resto ensina”.
6. A quantificação da vida: a mística da avaliação e a eficácia da psicanálise.
Por essas vias o V ENAPOL convocará os textos que possam examinar nas mais diversas situações e instituições os efeitos do inconsciente de cada um – habitado pelo tanto de vida que não cabe na vida que se leva e feito de surpresa e encontro. A organização do evento, tendo à frente Alicia Arenas pela NEL, Marina Recalde pela EOL e eu pela EBP, já está em pleno trabalho. Aguardaremos suas contribuições. São elas que poderão materializar, na impressionante escala desta comunidade que constituímos, a marca da psicanálise sem a qual estaremos definitivamente entregues à triste saúde dos gestores.
Marcus André Vieira
Diretor do V ENAPOL"

ESSE TEXTO ENCONTRA-SE NO SITE DA EBP-Rio
Para mais informações, acesse http://www.ebp.org.br/enapol/

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A clínica psicanalítica no teatro....

DEBATE SOBRE O FILME "CISNE NEGRO"

Ana Lúcia Garcia de Freitas convida para o debate sobre o  filme " Cisne Negro", com a presença das psicanalistas Lúcia Mariano e Maria Silvia Hanna.


Data: 12/04/2011 ( Terça- feira)
Horário: 20:30 h



Realização: Seminário da EBP-Rio em Niterói.


Local: Rua Lemos Cunha, 442- Icaraí- Niterói - RJ




Para  iniciar e aquecer o debate, Ana Lúcia recomenda a leitura do texto de Malvine Zalcberg. Segue abaixo o artigo.

Cisne negro: perdendo-se na perfeição
MALVINE ZALCBERG - Doutora em psicanálise, autora dos livros A relação mãe e filha (2003). Rio de Janeiro: Campus; Amor paixão feminina (2007). Rio de Janeiro, Campus e Qu´est-ce qu´une fille attend de sa mère? (2010). Paris: Odile Jacob.

Resumo: Uma mulher aceita ocupar o lugar que o homem lhe reserva em seu desejo e fantasia enquanto que uma histérica o recusa. Embora o recuse, a histérica toma a mulher como referência para descobrir o que é ser uma, a que supostamente saberia o que é necessário para o gozo de um homem. Nina, a bailarina do filme Cisne negro, nem é mulher nem procura referência em outra. Quando o tenta, é para perder-se na escuridão.
Palavras-chave: mulher, feminilidade, sexualidade, mãe, filha.

 

Não há quem assista Cisne Negro, do cineasta Darren Aronosfky, sem se dar conta de que o desmoronamento psíquico da bailarina Nina, em torno do qual o filme se desenrola, deve ter algo a ver com a relação entre ela e sua mãe.

Filmes inspirados em impasses na relação mãe e filha têm constituído um filão muito explorado pelo cinema – Now,Voyager (Irving Rapper, 1942), com destacada atuação de Bette Davis, deve ter sido um dos primeiros. Cisne Negro aborda a questão sob um ângulo específico. A mãe de Nina não apenas projeta seus anseios narcísicos de bailarina frustrada, como a mãe musicista de Hillary and Jackie (Anand Tucker, 1998) ou a mãe possessiva de A professora de piano (Michael Haneke, 2001), dentre tantas outras figuras maternas devastadoras que o cinema produziu. Mantendo sua filha numa infância eternizada, Erica frustra a plena realização de um dos aspectos pelos quais deveria zelar: o de favorecer a passagem de menina para mulher.

A escritora Simone de Beauvoir enunciou que “a mulher não nasce uma, deve tornar-se mulher”2. Não conseguir realizar essa passagem “é a grande catástrofe” na vida de qualquer mulher, diz Freud3. Embora a essência da feminilidade não seja transmissível em si – cabe a cada mulher “inventar” uma feminilidade possível – é, entretanto, em torno dessa questão, que se desenrola um dos pontos essenciais na relação entre uma filha e sua mãe.

É da mãe (de quem mais?) que a filha espera uma resposta à pergunta essencial para a constituição de sua identidade feminina: “o que é ser mulher?”. Ela quer saber qual a solução encontrada pela mãe para a sua condição de mulher, que em sua forma mais feminina se expressa pela vontade de despertar o desejo de um homem.Essa pergunta que certamente Nina teria procurado fazer não encontrou na mãe a acolhida necessária.

A visão de Erica a respeito de um possível encontro sexual com o diretor artístico Thomas Leroy o demonstra: “Ele não fez nenhum avanço em relação a você, não é?”, pergunta a uma confusa e assustada Nina. Ela justifica seu desejo de afastar Nina dos homens, alegando querer evitar que sua filha cometa “o mesmo erro dela”, isto é, engravide. Não é surpreendente que Nina reaja ao beijo de Thomas com uma mordida, pura rejeição ao seu assédio. Evoca a reação de Dora, bem conhecida paciente histérica de Freud, à tentativa do Sr. K. de beijá-la, na famosa cena do lago que marcou a psicanálise4.

Nina, no entanto, não é histérica. Se, por um lado, a histérica se recusa a ser a mulher, por outro é à mulher que ela se refere. A mulher é, para a histérica, o que ela não sabe ser e este impossível é o ponto a partir do qual se decide sua posição de enunciação, como diz Lacan5. Aocontrário de Dora, que pede à Sra. K. para lhe dizer algo sobre a mulher e a sexualidade feminina, Nina não é uma mulher nem se refere a uma outra. Mantém-se afastada,
isolada, das outras moças bailarinas como ela, como se nesse mundo feminino não houvesse um lugar que pudesse ser dito seu.

O desejo de Erica tanto legisla sobre o destino sexual da filha, como impera sobre sua vida. Manter Nina como sua sweet girl (menina meiga), cercada de brinquedos, animais de pelúcia e uma caixinha de música, é procurar barrar qualquer acesso da filha ao campo da sexualidade feminina plenamente realizada. Se a devoção ao balé representa, por um lado, a prisão onde a fantasia materna a mantém encerrada, é, por outro, onde ela encontra, através de seu corpo exercitado à exaustão, um senso de existência. Esse mais que ela busca não é só a perfeição na dança – uma realidade do próprio balé –, mas também uma garantia deintegridade de um corpo que ela vive como ameaçado de diluir-se no vazio ou de ser (re) absorvido pelo corpo materno. O balé não é o que ela faz, mas o que ela é.

Por falta de uma palavra asseguradora a sustentar uma parte ignorada de seu ser, seu desejo não consegue dar um sentido à realidade e à sexualidade. Aplica-se, para Nina, a fórmula empregada por Freud para qualificar a natureza da feminilidade: “enigma”6.

Ao querer provocar em Nina a vivência de uma sensualidade feminina que ele imagina essencial para o desempenho do papel de cisne negro, Thomas faz balançar o frágil equilíbrio da jovem. Mais do que opor o bem e o mal, Thomas opõe a ingenuidade e a sensualidade femininas em sua “nova versão” do balé. Em Lily, a bailarina que vem
da ensolarada Califórnia para despertar a aprovação/admiração de Thomas, Nina vislumbra essa figura de mulher desejável, aquela que corresponde à exigência dele: a mulher que vive resoluta e abertamente sua sexualidade. É uma mulher que se “solta”; tem a qualidade feminina exigida por Thomas.

Nina fica fascinada por aquele corpo erótico de mulher e chega a sonhar com ele, em sua busca desenfreada de ter acesso (impossível, na realidade) ao enigma da sexualidade
feminina. Mas é igualmente a presença desse corpo fascinante de uma outra mulher que se torna altamente persecutório (“ela quer tomar meu lugar”, diz uma ameaçada Nina a Thomas) e dá início a seu delírio de perseguição e consequente perda de identidade. Procura livrar-se desesperadamente da infância, do cisne branco, jogando bichos de pelúcia na lixeira e tentando fechar a porta para a sua mãe. “Onde está minha meiga menina?”, pergunta a mãe. “Ela se foi”, responde Nina. Mas não há alguém para substitui-la. De menina para... nada.

Enquanto Lily é uma mulher que se solta sem se perder, Nina, “não-mulher” vai se soltar e se perder. Não podendo contar com uma identificação feminina constituída por elementos simbólicos e imaginários, sua cena psíquica será desde então dominada pelo real do gozo. Como Jacques Lacan ensinou, esses três registros da estrutura do psiquismo – simbólico, imaginário e real – devem estar enodados para que o sujeito possa dar conta da realidade. O que se solta em Nina é essa amarração entre os três níveis de estruturação psíquica, deixando-a entregue ao imperativo do excesso do gozo e do domínio das pulsões – o que seus atos de mutilação de seu corpo já prenunciavam.

A irrupção do real do gozo sem amarras nos registros do simbólico e imaginário exerce sobre Nina, sem uma identificação feminina que a sustente, uma atração vertiginosa. Ela “salta”, como recomendara Thomas, mas não da forma como ele havia pensado (“é seguro”, dissera), mas, sim, em resposta ao apelo do abismo. Nada mais a ancora à existência, deixando-a à deriva de seu modo de gozar aberto para o infinito, pura pulsão de morte.

Nina dança à perfeição a perda de si mesma.


1 Psicanalista, Doutora em psicanálise, autora dos livros A relação mãe(2003). Rio de Janeiro: Campus; Amor paixão feminina (2007).
e filha
Rio de Janeiro, Campus e Qu´est-ce qu´une fille attend de sa mère?
(2010). Paris: Odile Jacob.
2 Beauvoir, S. (1949). Le deuxième sexe. Paris: Gallimard, p. 354.
3 Freud, S. (1931). “Female sexuality”. In Standard Edition, vol. XXI.
London: Hogarth Press, p. 239.
4 Idem. (1905). “Fragment of an analysis of a case of hysteria (Dora)”.
, vol. VII, p. 46.
Op. cit.
5 Lacan, J. (2006[1971]). D´un discours qui ne serait pas du semblant.
Paris: Seuil, p. 155.
6 Freud, S. (1933). “Femininity”. Op. cit., vol. XXII, p. 113.

Ano 2 • Número 4 • Março 2011 • ISSN 2177-2673
Cisne negro: perdendo-se na perfeição

Malvine Zalcberg1
Opção Lacaniana online nova série


Funcionamento dos seminários: Segundas e quartas terças-feiras de cada mês.
Informações: 22874419 ou 21744416 

sábado, 2 de abril de 2011

PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICANÁLISE - UNIVERSO (NITERÓI/RJ)

ACONTECEU....

MESA REDONDA DE PSICANÁLISE - NITERÓI/RJ

Por Flavia Bonfim

Aconteceu neste sábado, dia 02/04/2011, a Mesa redonda "O DISCURSO PSICANALÍTICO NAS INSTITUIÇÕES" com os palestrantes: Cláudia Pitanga (Associação Fluminense de Reabilitação), Denise Jalles (Centro de Atenção Psicossocial Zé Garoto) e Rogerio Quintella (Universidade Salgado de Oliveira), sendo um marco nas atividades que envolvem a Pós-Graduação "Psicanálise: Perspectiva Clínico-Institucional" da Universo.

Denise Jalles foi a primeira a falar, com o trabalho: "Psicanálise no Coletivo: os Centros de Atenção Psicossocial e a prática entre vários." A psicanalista relatou sua experiência no Capsi de São Gonçalo, enfatizando a dimensão da "Prática entre vários" na rede de Saúde Mental versus uma postura de especialismo e defendeu a importância  do analista sustentar uma posição  de um não saber a priori  frente as questões do tratamento do sofrimento psíquico na psicose infantil e do autismo.

Posteriormente, Cláudia Pitanga apresentou o trabalho "A Psicanálise nas Instituições: apostas, desafios e perspectivas", no qual abordou o histórico da inserção do psicólogo no contexto institucional no Brasil. Além disso, ela falou sobre a tensão existente entre o discurso do analista e os outros campos saberes, bem como ressaltou  a especificidade do trabalho de escuta do psicanalista na instituição em sua aposta no aparecimento do sujeito e de seu desejo frente as questões que o acometem.

Por último, tivemos Rogério Quintella com o trabalho intitulado: "O Discurso do Analista nas Instituições e as propostas no campo da Pós-Graduação". Como o próprio título de sua apresentação sugeria, ele abordou os quatros discursos propostos por Lacan – Discurso universitário, Discurso do mestre, Discurso da histérica e Discurso do analista –  como via de pensar o lugar de objeto a do analista, como agente, a produzir um sujeito em contraposição a posição ocupada pelo mestre tão comumente reproduzido no âmbito institucional. Como coordenador da Pós-Graduação, Rogério também apresentou a proposta do curso, suas disciplinas e seus objetivos.
       
Posso dizer que foi uma manhã muito fecunda,  com "gostinho de quero mais", que permitiu aos ouvintes terem uma prévia de como será a Pós-Gradução.

ATENÇÃO!!!!!

Lembro que as  pessoas interessadas em cursar a especialização devem, por uma exigência do regimento interno da Universo, realizar a pré-inscrição para que as aulas se iniciem. A pré-inscrição não exige nenhuma taxa, serve apenas para efeito de formação da turma.  A pré-inscrição deve ser feita na Rua Marechal Deodoro, 263, Bloco B, 3o andar - Direção de Pós-Graduação, com a funcionária Marcela. Os documentos necessários são:Cópia do Diploma (pode ser cópia de Declaração de Conclusão de Graduação ou Histórico Escolar da Graduação concluída);
Cópia do RG e CPF
Cópia do comprovante de Residência
Cópia da certidão de nascimento ou casamento
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sexta-feira, 1 de abril de 2011

Agenda da EBP - Abril de 2011






Noite Americana de Cinema – Rio de JaneiroExibição e debate do filme: Vincere  de Marco BellocchioDia: 01 de Abril, 19 horas
Local: Cine Santa. Largo dos Guimarães 136 – Santa Tereza, Rio de Janeiro – RJ.
Coordenação: Comissão Arte e Cultura do Enapol
Com: Angela Bernardes (EBP/AMP)
         Carlos de Aquino (Doutor em Literatura Brasileira - PUC-Rio e Prof. de Cinema e Literatura – Unilasalle)
         Stella Jimenez (EBP/AMP)

Seminário Preparatório para o V ENAPOL - Delegação Geral do Maranhão
A Saúde para Todos, não sem a loucura de cada umDia: 02 de abril - 9h às 12h e 15h às 18h
Local: UNDB – Av. Colares Moreira, 443 – Renascença II. Maranhão
Com: Antonio Beneti (Presidente da Escola Brasileira de Psicanálise)

Atividade preparatória para o V Enapol na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
PSICANÁLISE NÃO SEM A LOUCURA DE CADA UM Dia: 08 de Abril de 2011 às 14 horas
Local: Auditório RDC – PUC .  Rua Marquês de São Vicente, 225, Gávea. Rio de Janeiro-  RJ.
Com: Romildo do Rêgo Barros
Coordenação: Marcus André Vieira

Noite Americana na Médiathèque de la Maison de France no Rio de Janeiro
"A Loucura que estrutura"
Dia: 15 de abril, 18:30 horas
Local: Av. Presidente Antônio Carlos, 58 / 11º andar, Castelo. Rio de Janeiro- RJ
Apresentação de Ana Lúcia Lutterbach e Paula Borsoi Coordenação de Luis Moreira de Barros

Seminários praparatórios para o V ENAPOL - EBP - Minas Gerais
A loucura do sinthoma Dia: 19 de abril
Apresentação: Ram Mandil
Coordenação: Frederico Feu
Local: Sede da EBP-MG. Rua Felipe dos Santos, 588, Bairro de Lourdes , Belo Horizonte - MG

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Atividade da Diretoria da EBP – Seção-RioSeminário de Orientação Lacaniana
Dia: 4 de abril – 2ª feira, 21:00
Local: Sede da Seção-Rio
Coordenação: Stella Jimenez
Cartel: Stella Jimenez (mais-um), Angela Bernardes, Angela Negreiros, Maria Izabel Lins, Paulo Vidal
Encerramento do trabalho do cartel de Orientação Lacaniana do ano passado. Neste encontro serão apresentados os resultados provisórios das pesquisas.

- Angela Bernardes – Delírio e o feminino
A loucura feminina é mais da ordem da devastação ou da perdidice, se me permitem a expressão, do que do delírio. Entretanto há um delírio tipicamente feminino: a erotomania.

- Angela Negreiros – Delírio e Sujeito Suposto Saber

- Maria Izabel – Literatura e Delírio

- Paulo Vidal – Delírio e Ciência
Distinção entre possível e contingente, dado que Miller insiste no tema da contingência.

- Stella Jimenez – Delírio e Religião
Deus causa muitos delírios. Delírios místicos, possuídos, delírios de fé, delírios fanáticos, delírios psicóticos... é válido tentar determinar seus diferentes status para determinar um melhor manejo clínico?


EBP Rio: Rua Capistrano de Abreu, 14 – Botafogo – Rio de Janeiro - (21) 2539-0960

Lançamentos da Contra Capa Editora e Livraria Travessa....